terça-feira, 31 de agosto de 2010

Bibliografia parte 1

Primeira semana de aula é sempre a mesma coisa, pelo menos até o sexto período todo professor que se preza vem armado do plano da disciplina, com aulas rigorosamente planejadas assim como datas de trabalhos e provas e no final a bibliografia da disciplina. Confesso que no primeiro período tentei manter a leitura em dia de vários dos livros, mas logo percebi ser humanamente impossível em 6 meses ler todos os livros indicados pelas em média 7 matérias que cursamos por período, ou seja, a gente acaba lendo o que dá tempo, ou aquele que o professor indicou mais, o que vai cair na prova e assim por diante. Mas como alguns dos livros acabam sendo lidos, e esse acabam não tem nada a ver com a idéia de ser martírio a leitura dos mesmos, até porque na grande maioria são livros exelentes, começo hoje uma série de posts sobre livros que eu li (ou folheie) para a faculdade, sejam bons ou ruins.

Vamos começar então pelos indicados lá no começo do curso. Quem da minha turma não foi aterrorizado por Boltsthauser não pode se dizer um verdadeiro membro da turma do Brunelleschi. A interminável coleção de livros "A História da Arquitetura" escrita por João Boltshauser (que eu acho que vai até o 7) era, e provavelmente ainda é, a preferida do nosso professor de Teoria e História da Arquitetura. A biblioteca tem algumas prateleiras reservadas aos exemplares, que são uma das maiores referencias no assunto. Porém se você é assim como a maioria de nós, que não teve o tempo de se debruçar sobre os nada pequeno volumes, não se preocupe, porque os maravilhosos e finíssimos livrinhos da coleção "Como recenhecer a arte da .... (Grécia, Mesopotâmia, Renascimento, Barroco, Gótica, e mais oque você quizer) te salvam na hora de estudar para as provas ou assimilar melhor o cochecimento adquirido nas aulas. Os autores divergem dependendo do assunto do livro, Sabatino Moscati, Gabriele Mandel e Flávio Conti são alguns deles. Os livros seguem geralmente a mesma estrutura, divididos em partes relacionadas as artes como pintura, escultura e arquitetura. As ilustrações são exelentes a as anotações nos cantos das páginas contêm as melhores informações de forma sintética. Mas cuidado para não deixar para a véspera da prova para ir à biblioteca pois alguns dos assuntos possuem poucos exemplares. Nem o Boltshauser, nem os "Como recenhecer a arte da ..." ajudaram somente no primeiro período. Outros ótimos livros recomendados pelo professor foram "A História da Arquitetura" de Jonathan Glancey e "A História da Arte" de Ernst Gombrich.

Outro livro que tivemos que ler no primeiro período foi o "Concepção Estrutural e a Arquitetura" do Yopanan Rebello . Passado para a turma como referência para a prova, ainda devo ter o xerox dele em algum lugar. O assunto do livro, como o título já sugere, é a concepção estrutural. São descritos os fenômenos físicos, es sistemas estruturais básicos ligados aos materiais, sistemas de suporte de vedação , critérios práticos de lançamento de vigas e pilares, entre outros. O texto é fácil e as ilustrações didáticas. Pode ser útil também para o quinto período na disciplina de Concreto Armado. O livro é recomendado no auxilio ao encino de estruturas uma vez que muitos engenheiros/arquitetos discordam de algumas passagens do livro.

Com certeza muitos outros livros foram indicados no primeiro período, porém no momento só me lembro destes. Se alguem ai lembrar de mais algum me fale.

Abraços E.E

Xixi na pia ou pia no xixi?


Foi funçando os sites alheios que encontrei uma novidade nem tão sensacional assim, bom na verdade depende do ponto de vista....
É o "Eco Urinal" um espécie de mistura entre mictório e pia, a invenção é do designer Yeongwoo Kim e ganhou o prêmio "IF Concept Design 2010".
Funciona assim, o sujeito urina e depois lava as mãos então a água é reaproveitada para levar embora o xixi, aí é que eu me pergunto, e quando o sujeito não lavar a mão, 90% dos casos????? Socorro!


Uma vantagem pelo menos é que os banheiros iam diminuir relativamente de tamanho, hum, se isso for uma vantagem... será que rola umas alturas diferentes ? tipo não rola o mesmo modelo na bélgica e na china, hahahha....

Até + com assuntos sensacionalistas....

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Nem tudo é Arquitetura.


O assunto principal do expurgância é a arquitetura e o Izabela Hendrix, porém não podemos deixar de compartilhar outros assuntos interessantes com nossos leitores. A coluna "Nem tudo é Arquitetura" vai ser um espaço aberto a outros assuntos (qualquer assunto) que valha a pena ser publicado. Para começar vamos falar de café, (você pensa: café?), e da profissão de quem trabalha com café, o Barista.

Quem prepara o seu café?
97% da população adulta brasileira toma café todos os dias. Coado, espresso, de manhã ou à tarde, temperando comidas ou recheando bombons finos, as possibilidades de degustação de cafés são hoje comparáveis à dos melhores vinhos do mundo.
O mundo do café vai muito além dos pacotinhos no supermercado e do pingado da padaria. Para descobrir cada detalhe sobre essa bebida e oferecer as melhores experiências em cada xícara fumegante, surgiu o BARISTA, profissional especialista em cafés que pode estar onde menos se espera - seja em centros de prova em fazendas do interior de Minas, em laboratórios testando o melhor ponto de torra para um determinado perfil de café, ou atrás do balcão de algumas cafeterias, extraindo cafés espressos com dedicação.
Com o objetivo de reunir os apaixonados por café e divulgar os melhores lugares para degustar o nosso café especial de cada dia, as baristas mineiras Helga de Andrade e Michelle Tameirão criaram o CLUBE BARISTA. O blog reúne informações e opiniões sobre o que acontece por aí em matéria de café e barismo.

Agarre sua xícara e sirva-se à vontade!
www.clubebaristamg.blogspot.com

O blog é ótimo e além de noticias do mundo do café tb dá altas dicas de bons locais em BH que servem a bebida.

Abraço

Equipe do Expurgância

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Quina - Galeria


Não nego que fui avisada diversas vezes que tinham aberto uma galeria no Ed. Maleta, mas que mesmo morando em frente ao dito cujo não tinha me animado muito não. Ontem porém em uma caça por cartões postais inusitados, fui parar lá. A Quina galeria fica no segundo andar do edifiício, de frente para o centro cultural e quem gosta de Design não pode deixar de ir. Os produtos são diversos: cartões postais, cofrinhos, quadros, bolsas,livros, revistas, cadernos e dezenas de bloquinhos um mais lindo que o outro. Os arquitetos também não ficaram de fora. Lá vocês encontram alguns livros sobre o assunto. Os vendedores são simpatissísimos e o ambiente ótimo. Quem passar por lá, pode ir também no café Arcanjo,quase ao lado, inaugurado a alguns messes que serve cafés ótimos e aperitivos.

Além de serem locais bacanas (espressão 1900 e bolinha), uma das coisas mais legais desses lugares é o fato de estarem dentro do maleta. Conhecido pelos seus inumeros sebos, tais empreendimentos mostram como o espaço ainda têm muito potêncial. O edifício vive seus altos e baixos desde sempre, mas continua sendo referência seja pelos seus sebos, restaurantes (Cantina do Lucas)/lanchonetes (Xok Xok)/bares, etc...

Quem nunca foi (existe????) vá para conhecer. E quem já é frequentador não deixe de visitar os novos espaços, quem sabe mais gente não anima e mais coisas bacanas abrem lá ?

Abraço E.C

Quina Galeria
Ed. Maleta - Rua da Bahia, 1148 slj.6 BH MG

ter a sex - 10h às 13h e 14h às 18h
sáb - 14h às 18h

flick.com/quinagaleria
twitter.com/quinagaleria
quinagaleria@gmail.com
info: 31 8541.3188

Franceses constroem castelo com técnicas medievais


Um castelo com estilo arquitetônico do século 13 está sendo construído na região francesa da Borgonha com os métodos de edificação e materiais utilizados na Idade Média.

Equipamentos elétricos, ferramentas modernas, cimento e veículos motorizados foram totalmente banidos do canteiro de obras "mais louco do mundo", como dizem os responsáveis pelo projeto.

O castelo Guédelon, situado a cerca de 200 quilômetros ao sudeste de Paris, começou a ser construído em 1998 e deve ser finalizado até 2025, segundo o mestre de obras do projeto, Florian Renucci.

O projeto tem objetivos de pesquisa histórica e também de turismo.

Artesanal
Em Guédelon, tudo é produzido no local e feito à mão, desde os enormes pregos de ferro utilizados nas tábuas da ponte aos cestos de vime que podem carregar até 80 quilos, usados no transporte dos materiais.

Em razão disso, os operários se dividem em diferentes especialidades, como cortadores de pedras, ferreiros, lenhadores, carpinteiros, ceramistas que fazem as telhas e tecelões de cordas.

"As ferramentas também correspondem às usadas naquela época. Fizemos adaptações, baseadas em pesquisas", disse Renucci à BBC Brasil.

Para erguer os blocos de pedras utilizados na construção dos muros do castelo, por exemplo, um operário caminha dentro de uma roda de madeira ligada a cordas. É possível levantar, nesse aparelho semelhante às rodas usadas em jaulas por hamsters, centenas de quilos somente com a força das pernas.

O fundador do projeto para resgatar os métodos medievais de construção, Michel Guyot, quis criar uma experiência científica, que também levasse em conta critérios históricos e econômicos do período.

A construção de Guédelon tenta imitar o que seria uma fortaleza de um "pequeno" senhor feudal do século 13.

A localização do castelo, nos arredores do vilarejo de Saint-Sauveur-en-Puisaye, não foi escolhida por acaso. Todas as matérias-primas utilizadas na construção, como pedras, madeiras e a terra, usada para fabricar as telhas e a argamassa, estão disponíveis na área.

No local do castelo funcionava uma antiga pedreira e existe uma floresta nos arredores.

Além de reduzir os custos da obra, a facilidade para obter os materiais também permite economia de tempo, já que o único meio de transporte no local são as carroças puxadas por cavalos, afirma Renucci.

Na Idade Média, isso também era levado em conta. Os transportes custavam caro e os inúmeros "pedágios" e tributos cobrados pelos senhores feudais podiam dobrar o custo dos materiais, afirmam os responsáveis do projeto.

Turismo
Em Guéledon, os visitantes podem ver a transformação das matérias-primas em materiais de construção.

"Isso é algo inédito em uma construção nos dias de hoje. Atualmente, quase tudo é feito em máquinas na China e entregue em contêineres", diz o mestre de obras.

Vários arqueólogos, historiadores e especialistas em castelos participam da realização da obra, que também tem um objetivo pedagógico e de transmissão das técnicas utilizadas.

Os operários atuam ainda como "guias turísticos" e explicam aos visitantes como é feita a produção dos diferentes materiais utilizados na construção.

No ano passado, o castelo foi visitado por 340 mil pessoas, segundo a assessoria de imprensa.

Como não existem documentos escritos sobre os métodos de construção medievais, os responsáveis pelo projeto visitaram edificações do século 13 e realizaram pesquisas baseadas em estudos científicos.

A composição exata da argamassa na Idade Média foi um dos primeiros obstáculos encontrados.

"Fizemos várias análises e descobrimos uma mistura de cal com areia que corresponde à utilizada nas construções da época", diz Renucci.

Tudo é feito à mão, sem o uso de betoneiras, ressalta o mestre de obras, acrescentando que já existia naquela época, como em uma empresa moderna, uma verdadeira logística de produção para que não faltasse material.

Quando for finalizado, o castelo deverá ter 2,5 mil metros quadrados de área construída.

fonte:bbc Brasil

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Edifício Niemeyer

Quase como sempre, prourando por outra coisa acabei topando com essas imagens do edfício niemeyer. Tem uma foto interna (raro encontrar) e até a planta baixa (nunca tinha visto). Apreciem : )

Fico me perguntando oque um professor de Atelier faria se eu apresentase um prédio todo torto com paredes curvas hauhauhauhau... só porque é Niemeyer mesmo ; )

A.E.E

Furo do Expurgância




CASA COR 2010
É isso mesmo Galera o Expurgância esteve na inauguração da casa cor 2010(mesmo que na porta)
Não podíamos de deixar de registrar esse marco da High Society Mineira..Breve postaremos mais sobre o evento.